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sábado, 31 de outubro de 2009

Seminários

PRÁTICA II


Seminários de Prática II 2009.2 - 2a Tarde - Sala 88

AULAS

21/09 - Apresentação da Ementa, Programa do Curso e Bibliografia

28/09 – Seleção das turmas para estágio no CAp

05/10 - O Ensino da Literatura
- Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo" (texto do blog ou da xerox)
- Seleção dos temas para seminários

12/10 - Feriado

19/10 - Elaboração de Material Didático de Língua Portuguesa

-Conteúdos: Elementos da comunicação, Funções da Linguagem, Figuras de Linguagem, Tipos de Textos e Questões de gramática

- Sobre Seminários (Metodologia e roteiro para apresentação de trabalhos)

26/10 – Feriado

02/11 - Feriado

09/11 - Cânone LiterárioTexto: "Uma elegia para o cânone"

- Reunião com o primeiro grupo de seminário


SEMINÁRIOS - GRUPOS, DATAS E TEMAS

A bibliografia com os temas dos 4 primeiros seminários foi postada em 14/10

Grupo 1 - 16/11 - A Tradição oral e o Conto popular - Glaucia, Wagner e Helvio

Grupo 2 - 23/11 - O Conto Maravilhoso e a Fábula - Joyce, Giovana, Nicole e Natalia

Grupo 3 - 30/11 - Saga e Discurso Indireto - Flaviana, Juliana A e Juliana Vizo

Grupo 4 - 07/12 - Mito e Lenda - Joelson Santana e Rodrigo Moraes

Grupo 5 - 14/12 - C onto Contemporâneo - Fabiana, Juliana, Renata e Clarissa

Grupo 6 - 21/12 -Romance - Clarissa, Bruna Mitrano, Érica e Denise

Grupo 7 - 04/01 -Tragédia - Bianca, Bruna Leitão, Érica R e Maria de Nazaré da Silva

Grupo 8 - 04/01 - Comédia - Luana e Érica Domingos

Grupo 9 - 04/01- Epopéia - Analuiza, Deborah, Bruna e Joyce

Grupo 10 - 18/01-Crônica - Jefferson, Anna Luisa e Ursula

Grupo 11 -18/01- Cartas - Raquel, Alberto, Alexandre e Andrea

O grupo poderá optar por A Lição do Amigo (Cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade) ou Cartas de Caio Fernando Abreu (Org. Italo Moriconi).

AULAS
01/10 - Seleção das turmas para estágio no CAp

08/10 - O Ensino da Literatura
- Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"(texto no blog ou na xerox)
- Seleção de temas para seminários (ver roteiro abaixo)
15/10 - Elaboração de Material Didático de Língua Portuguesa

-Conteúdos: Elementos da comunicação, Funções da Linguagem, Figuras de Linguagem, Tipos de Texto e Questões de gramática
- Sobre SemináriosMetodologia e roteiro para apresentação dos trabalhos grupais
22/10 - Cânone LiterárioTexto: "Uma elegia para o cânone"
29/10 - Cânone LiterárioTexto: "Uma elegia para o cânone"

05/11 – Apresentação do novo cronograma e das bibliografias para seminários

- Reunião com o grupo do primeiro seminário
SEMINÁRIOS - GRUPOS, DATAS E TEMAS
Grupo 1 - 12/11 - A Tradição oral e o Conto popular - Renata e Luciana
Grupo 2 - 19/11 - O Conto maravilhoso e a Fábula - Rosanne e Juliana Viso
Grupo 3 - 26/11 - Lenda e Saga - Claudia
Grupo 4 - 26/11 - Mito e Discurso Indireto - Simone
Grupo 5 - 03/12 - Romance - Gisele, Priscila e Milena
Grupo 6 - 10/12 - Conto Contemporâneo - Luciana Messeder
Grupo 7 - 17/12 - Tragédia - Lisardo Lopes
Grupo 8 - 17/12 - Comédia - Juraci
Grupo 9 - 07/01 - Carta - Silvana Ferreira
Grupo 10 - 14/01 - Crônica - Ana Carolina e Roberto Pereira

PRÁTICA III

AULAS
18/09 -Apresentação da Ementa, Programa do Curso e Bibliografia
25/09 - O Ensino da Literatura
Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"
02/10 -O Cânone
Texto: "Uma Elegia para o Cânone"
09/10 -O Cânone e as Margens
Texto: "O Cânone Ocidental (vide Bloom) x Multiculturalismo"
16/10 - Elaboração de Material Didático de Literatura
Conteúdos: Modernismo Brasileiro
23/10 -Os Estudos Culturais
Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"
30/10 - Os Estudos Culturais - Cont
Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"
06/11 - Principais Correntes Críticas no Brasil
Texto: "Evolução da Crítica Literária no Brasil"
- Reunião com grupo do primeiro seminário
22/01 - Debate sobre Literatura e Cânone
Texto: "Caldeirão literário" - Entrevista com Milton Hatoum, Bernardo Carvalho e Cristovão Tezza


SEMINÁRIOS - DATAS E TEMAS
Seminário 1 - 13/11- A Literatura em Perigo - Cap 1 a 3 - QueilaS
eminário 2 - 13/11 - A Literatura em Perigo - Cap 4 a 6 - Claudia
Seminário 3 - 20/11 - História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira - Débora Vieira Marques
Seminário 4 - 27/11- História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira - Tatiany
Seminário 5 - 04/12 -Nas Quebradas da Voz - Introdução e Cap. 1 e 2 - Liliane
Seminário 6 - 11/12 -Nas Quebradas da Voz - Cap 3 e 4 - Gabriela
Seminário 7 - 11/12 -Conceito de Texto e Linguagens - Jeovana
Seminário 8 - 18/12 -Conceito de Texto e Linguagens - Thiago
Seminário 9 - 08/01 -Abordagens Contemporâneas da Literatura - Aline Mota
Seminário 10 - 15/01 - Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária - Luciana M


AULAS
17/09 -Apresentação da Ementa, Programa do Curso e Bibliografia
24/09 - Reunião no CAp - Não haverá aula
01/10 -O Ensino da Literatura Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"
08/10 -O Cânone Textos: "Uma Elegia para o Cânone"
15/10 - Elaboração de Material Didático de Literatura Conteúdos: Modernismo Brasileiro
22/10 -Principais Correntes Críticas no Brasil Texto: "Evolução da Crítica Literária no Brasil"
29/10 - Os Estudos Culturais Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"
05/11 – Os Estudos Culturais
Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"

- Reunião com grupo sobre o primeiro seminário
21/01 - Debate sobre literatura e cânone
Texto: "Caldeirão literário" - Entrevista com Milton Hatoum, Bernardo Carvalho e Cristovão Tezza
SEMINÁRIOS - DATAS E TEMAS
Seminário 1 - 12/11 - A Literatura em Perigo - Cap 1 a 3
Seminário 2 - 12/11 - A Literatura em Perigo - Cap 4 a 6 - Marcele
Seminário 3 - 19/11 - Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária - Cap. 1 a 3 -Tatiane Mendes
Seminário 4 - 26/11- Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária - Cap. 4 a 6
Seminário 5 - 03/12 -História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira
Seminário 6 - 10/12 - História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira - Monica Gomes
Seminário 7 - 10/12 - Nas Quebradas da Voz - Introdução e Cap. 1 e 2
Seminário 8 - 17/12 - Nas Quebradas da Voz - Cap 3 e 4
Seminário 9 - 07/01 - Conceito de Texto e Linguagens - Silvana Ferreira
Seminário 10 - 14/01 - Abordagens Contemporâneas da Literatura - Lisardo L

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Romance

Bibliografia Sobre Romance


BAKHTIN, Mikhail. “A pessoa que fala no romance” e “Epos e Romance” in Questões de Literatura e de Estética. Trad. Aurora F. Bernardini et alli. A Teoria do Romance. 2ª ed. São Paulo: UNESP / Hucitec, 1990.

BENJAMIN, Walter. “A crise do romance. Sobre Alexanderplatz, de Döblin”, “Experiência e Pobreza” e “O Narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov” in Magia e Técnica, Arte e Política. 5ª ed. Trad. Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1993. (Obras Escolhidas, v 1).

CÂNDIDO, Antonio et al. “A Personagem do Romance” in A Personagem de Ficção. 9ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1992. (Col. Debates 1).

FORSTER, Edward. Aspectos do Romance. 2ª. Trad. Maria Helena Martins. São Paulo: Globo, 1988.

LUKÁCS, Georg. “Narrar ou Descrever” in Ensaios Sobre Literatura. 2ª ed. Coordenação e Prefácio de Leandro Konder. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

LEITE, Lígia Chiappini Moraes. O Foco Narrativo. 5ª ed. São Paulo: Ática, 1991. (Série Princípios).

MACHADO, Irene. “O Cronotopo” in O Romance e a Voz. A prosaica Dialógica de M. Bakhtin. Rio de Janeiro: Imago, São Paulo: FAPESP, 1995.

SANTIAGO, Silviano. “Prosa literária atual no Brasil” e “O narrador pós-moderno” in Nas Malhas da Letras. Ensaios. São Paulo: Cia das Letras, 1989.

SANTOS, Luís Alberto B. e OLIVEIRA, Silvana P. “Espaço e Literatura” in Sujeito, Tempo e Espaços Ficcionais. Introdução à Teoria da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

WATT, Ian. “O realismo e a forma romance” in A Ascensão do Romance. Trad. Hildegard Feist. dSão Paulo: Cia, das Letras, 1990.


sábado, 24 de outubro de 2009

Seminários de Prática de Ensino II

Caros alunos

Devido os feriados dos dias 26/10 e 02/11, os seminários de Prática II serão realizados nas seguintes datas:

05/11 - A Tradição oral e o Conto popular - Sala 53
09/11 - A Tradição oral e o Conto popular - Sala 88

No dia 29/10 haverá reunião com o grupo do primeiro seminário.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Bibliografia para Seminários

Prática de Ensino II

A Tradição Oral e o Conto Popular
O Conto Maravilhoso e a Fábula
Saga e Discurso Indireto
Mito e Discurso Narrativo



BACELAR, Agatha Pitombo. “Os homens são como os animais? O uso da fábula em Os trabalhos e Os dias” in Calíope. Presença Clássica. N II. Rio de Janeiro: UFRJ/ 7 Letras, 2003.

BAKHTIN, Mikhail. “Discurso Indireto, Discurso Direto e suas variantes” in Marxismo e Filosofia da Linguagem. 2ª ed. São Paulo: Hucitec, 1981.

BENJAMIN, Walter. “O Narrador” in Magia e Técnica, Arte e Política. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1993.

BARTHES, Roland. “O Mito, Hoje” in Mitologias. 4ª ed. São Paulo - Rio de Janeiro: Difel, 1980.

CAMPBELL, Joseph. O poder do mito. São Paulo: Editora Palas Athena, 1990.

CARDOSO, Zélia de Almeida. “Segurança e Aventura: o dualismo do homem nos velhos mitos” in Calíope. Presença Clássica. N 16. Rio de Janeiro: UFRJ/ 7 Letras, 2007.

CASCUDO, Câmara. A Literatura Oral no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984.

_____ Contos Tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967.

CASSIRER, Ernest. “A Linguagem e o Mito: sua posição na cultura humana” in Linguagem e Mito. São Paulo: Perspectiva, 1972.

CHIAMPI, Irlemar. O Realismo Maravilhoso: forma e ideologia no romance hispano-americano. São Paulo:Perspectiva, 1980.

FERREIRA, Jerusa Pires. Armadilhas da Memória (Conto e Poesia Popular). Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 1992.

FERREIRA, Marieta de M., AMADO, Janaína. Usos e Abusos da História Oral. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996.

FLORES, Conceição. “O mito” in Do mito ao romance: uma leitura do Evangelho Segundo Saramago. Natal: EDUFRN, 2000.

GUIMARÃES, Ruth. Dicionário da Mitologia Grega. São Paulo: Cultrix, s/d.

JABOUILLE, Victor. Do mythos ao mito. Lisboa: Cosmos, 1993.

JOSEF, Bella. “Realismo mágico e fantástico” in Romance Hispano-Americano. São Paulo: Ática, 1986.

MACHADO, Irene A. Literatura e Redação. Conteúdo e Metodologia da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 1994.

_____ “O romance como gênero oral” in O Romance e a Voz. A prosaica dialógica de Mikhail Bakhtin. Rio de Janeiro: Imago/ São Paulo: Fapesp, 1995.

MIELITINSKI, E. M. A Poética do Mito. Trad. Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense – Universitária, 1987.
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ROCHA, Everardo. O Que é Mito. São Paulo: Brasiliense, 1985. (Col. Primeiros Passos 151)

RODRIGUES, Maria Isaura Pereira. “Cordel: artesanato de linguagem” in Revista Acervos Literários. V. 2 – n 2. Marina: UFOP, 2001.

RODRIGUES, Selma Calasans. O Fantástico. São Paulo: Ática, 1988. (Série Princípios).

VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos. São Paulo: Difusão Européia do Livro / EDUSP, 1973.

VIEIRA, Ana Thereza Basílio. “Aviano: uma nova perspectiva para as fábulas latinas” in Calíope. Presença Clássica. N II. Rio de Janeiro: UFRJ/ 7 Letras, 2003.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Sobre Xerox e Seminários

Caros alunos

1 - Os textos das aulas e dos seminários encontram-se na xerox do décimo andar.
Prática II - Pasta 23 a
Prática III - Pasta 23 b

2 - Os roteiros das aulas e dos seminários encontram-se nos posts de setembro (abaixo). Para cada seminário será sugerida uma bibliografia específica.

3 - No dia 12/10 será feriado, mas nos dias 15 e 16/10 haverá aula.

domingo, 20 de setembro de 2009

Andreas Huyssen, Bethânia e Wisnik na PUC

O Departamento de Letras da PUC-Rio realizará um Seminário cujo tema é a relação entre Música Popular, Literatura e Memória, com apoio do Globo Universidade e da gravadora Biscoito Fino, e a coordenação acadêmica do NELIM (Núcleo de Estudos em Literatura e Música).
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O Evento acontecerá no Campus da Universidade, durante o período de 28 de setembro a 2 de outubro de 2009... O Seminário reunirá especialistas, professores, críticos, ensaístas, jornalistas, historiadores, músicos, compositores, letristas e intérpretes que discutirão o diálogo entre a Música Popular e a Literatura, duas das mais representativas manifestações artísticas brasileiras, tendo como elo a questão da Memória.
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Os objetivos básicos deste projeto são o de discutir o estado da música popular nos dias atuais, a relação música/sociedade/história/mercado e o lugar que ela ocupa no imaginário coletivo como fonte de preservação da memória cultural e matéria de renovação constante.
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As inscrições deverão ser feitas na secretaria do Departamento de Letras a partir do dia 22 de setembro. As vagas são limitadas. Os participantes receberão um certificado de presença.
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Atenciosamente,
Júlio Diniz
Diretor
Departamento de Letras
PUC-Rio

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Aulas e Seminários - Prática III Sala 53 - Sexta

AULAS


18/09 -Apresentação da Ementa, Programa do Curso e Bibliografia

25/09 - O Ensino da Literatura
Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"


02/10 -O Cânone
Texto: "Uma Elegia para o Cânone"


09/10 -O Cânone e as Margens
Texto: "O Cânone Ocidental (vide Bloom) x Multiculturalismo"

16/10 - Elaboração de Material Didático de Literatura
Conteúdos: Modernismo Brasileiro


23/10 -Os Estudos Culturais
Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"

30/10 - Os Estudos Culturais - Cont
Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"

06/11 - Principais Correntes Críticas no Brasil
Texto: "Evolução da Crítica Literária no Brasil"

- Reunião com grupo do primeiro seminário

22/01 - Debate sobre Literatura e Cânone
Texto: "Caldeirão literário" - Entrevista com Milton Hatoum, Bernardo Carvalho e Cristovão Tezza



SEMINÁRIOS - DATAS E TEMAS


Seminário 1 - 13/11- A Literatura em Perigo - Cap 1 a 3 - Queila

Seminário 2 - 13/11 - A Literatura em Perigo - Cap 4 a 6 - Claudia

Seminário 3 - 20/11 -História da Literatura - Débora Vieira Marques

Seminário 4 - 27/11- História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira - Tatiany

Seminário 5 - 04/12 -Nas Quebradas da Voz - Introdução e Cap. 1 e 2 - Liliane

Seminário 6 - 11/12 -Nas Quebradas da Voz - Cap 3 e 4 - Gabriela


Seminário 7 - 11/12 -Conceito de Texto e Linguagens - Jeovana

Seminário 8 - 18/12 -Conceito de Texto e Linguagens - Thiago

Seminário 9 - 08/01 -Abordagens Contemporâneas da Literatura - Aline Mota

Seminário 10 - 15/01 - Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária - Luciana M

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Aulas e Seminários - Prática III - Quinta - Sala - 104

AULAS


17/09 -Apresentação da Ementa, Programa do Curso e Bibliografia

24/09 - Reunião no CAp - Não haverá aula

01/10 -O Ensino da Literatura
Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"


08/10 -O Cânone
Textos: "Uma Elegia para o Cânone"

15/10 - Elaboração de Material Didático de Literatura

Conteúdos: Modernismo Brasileiro

22/10 -Principais Correntes Críticas no Brasil
Texto: "Evolução da Crítica Literária no Brasil"

29/10 -Os Estudos Culturais
Texto: "A indisciplina dos Estudos Culturais"


21/01 - Debate sobre literatura e cânone
Texto: "Caldeirão literário" - Entrevista com Milton Hatoum, Bernardo Carvalho e Cristovão Tezza

O Cânone e as Margens Textos:
Texto: "O Cânone Ocidental (vide Bloom) x Multiculturalismo"


SEMINÁRIOS - DATAS E TEMAS



Seminário 1 - 05/11 - A Literatura em Perigo - Cap 1 a 3

Seminário 2 - 12/11 - A Literatura em Perigo - Cap 4 a 6 - Marcele

Seminário 3 - 19/11 - Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária - Cap. 1 a 3 -Tatiane Mendes

Seminário 4 - 26/11- Brasil - Mito Fundador e Sociedade Autoritária - Cap. 4 a 6

Seminário 5 - 03/12 -História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira

Seminário 6 - 10/12 - História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira
- Monica Gomes

Seminário 7 - 10/12 - Nas Quebradas da Voz - Introdução e Cap. 1 e 2

Seminário 8 - 17/12 - Nas Quebradas da Voz - Cap 3 e 4

Seminário 9 - 07/01 - Conceito de Texto e Linguagens - Silvana Ferreira

Seminário 10 - 14/01 - Abordagens Contemporâneas da Literatura - Lisardo L



Seminários de Prática II 2009.2 - 2a Tarde - Sala 88

AULAS

05/10 - O Ensino da Literatura

-Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"
(texto do blog ou da xerox)
- Seleção dos temas para seminários

12/10 - Feriado

19/10 - Elaboração de Material Didático de Língua Portuguesa
Conteúdos: Elementos da comunicação, Funções da Linguagem, Figuras de Linguagem,
Tipos de Textos e Questões de gramática

- Sobre Seminários (Metodologia e roteiro para apresentação de trabalhos)

26/10 - Cânone Literário
Texto: "Uma elegia para o cânone"


GRUPOS, DATAS E TEMAS

A bibliografia com os temas dos 4 primeiros seminários foi postada em 14/10


Grupo 1 - 09/11 - A Tradição oral e o Conto popular - Glaucia, Wagner e Helvio

Grupo 2 - 16/11 - O Conto Maravilhoso e a Fábula - Joyce, Giovana, Nicole e Natalia

Grupo 3 - 23/11 - Saga e Discurso Indireto - Flaviana, Juliana A e Juliana Vizo

Grupo 4 - 30/11 - Mito e Lenda - Joelson Santana e Rodrigo Moraes

Grupo 5 - 07/12 - C onto Contemporâneo - Fabiana, Juliana, Renata e Clarissa


Grupo 6 - 14/12 -Romance - Clarissa, Bruna Mitrano, Érica e Denise


Grupo 7 - 21/12 -Tragédia - Bianca, Bruna Leitão, Érica R e Maria de Nazaré da Silva


Grupo 8 - 21/12 - Comédia - Luana e Érica Domingos


Grupo 9 - 04/01- Epopéia - Analuiza, Deborah, Bruna e Joyce


Grupo 10 - 11/01-Crônica - Jefferson, Anna Luisa e Ursula


Grupo 11 -18/01- Cartas - Raquel, Alberto, Alexandre e Andrea

O grupo poderá optar por A Lição do Amigo (Cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade) ou Cartas de Caio Fernando Abreu (Org. Italo Moriconi).

Calendário de Prática II 2009.2 - 5a tarde - Sala 53

AULAS

08/10 - O Ensino da Literatura
- Texto: "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"
(texto no blog ou na xerox)

- Seleção de temas para seminários (ver roteiro abaixo)

15/10 - Elaboração de Material Didático de Língua Portuguesa
Conteúdos: Elementos da comunicação, Funções da Linguagem,
Figuras de Linguagem, Tipos de Texto e Questões de gramática

- Sobre Seminários
Metodologia e roteiro para apresentação dos trabalhos grupais

22/10 - Cânone Literário
Texto: "Uma elegia para o cânone"

29/10 - Cânone Literário
Texto: "Uma elegia para o cânone"
- Reunião com o grupo do primeiro seminário


GRUPOS, DATAS E TEMAS


Grupo 1 - 12/11 - A Tradição oral e o Conto popular - Renata e Luciana


Grupo 2 - 19/11 - O Conto maravilhoso e a Fábula - Rosanne e Juliana Viso


Grupo 3 - 26/11 - Lenda e Saga - Claudia


Grupo 4 - 26/11 - Mito e Discurso Indireto - Simone


Grupo 5 - 03/12 - Romance - Gisele, Priscila e Milena


Grupo 6 - 10/12 - Conto Contemporâneo - Luciana Messeder


Grupo 7 - 17/12 - Tragédia - Lisardo Lopes


Grupo 8 - 17/12 - Comédia - Juraci


Grupo 9 - 07/01 - Carta - Silvana Ferreira


Grupo 10 - 14/01 - Crônica - Ana Carolina e Roberto Pereira

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Conto de Caio F no Seminário de Prática II

OS CAVALOS BRANCOS DE NAPOLEÃO



Para Graça Nunes



A princípio os cavalos eram mansos. Inofensivos como moças antigas fazendo seu footing na tarde de domingo. Foi só depois de certa convivência, ganhando intimidade, que começaram a tornar-se perigosos, passando da mansidão à secura e da secura à agressividade. Quando isso aconteceu, já tudo estava perdido. Na verdade talvez estivesse desde sempre, pois convenhamos, ver cavalos, e ainda por cima brancos -não é muito normal. E quem sabe a doçura do início fosse apenas um estratagema: se de imediato os cavalos tivessem se mostrado como realmente eram, é provável que Napoleão não os recebesse. E onde eles, pobres cavalos brancos rejeitados, encontrariam outro alguém para seduzir e atormentar? Outra hipótese é que não teriam sido propriamente um mal: Napoleão os teria trazido consigo, latentes, desde o útero materno, e só de repente vieram à tona. Como se aguardassem circunstâncias mais propícias para atacar. Pois eram inteligentes. E prudentes, também.


Antes, antes de tudo, Napoleão era advogado. Carregava consigo um sobrenome tradicional e as demais condições não menos essenciais para ser um bom profissional. Sua vida se arrastava juridicamente, como se estivesse destinado à advocacia. Em sua própria casa, à hora das refeições, todos dias sempre se desenrolavam movimentadíssimos julgamentos.

Dos quais ele era o réu. Acusado de não dar um anel de brilhantes para a esposa nem um fusca para o filho nem uma saia maryquantiana para a filha. Eventuais visitas faziam corpo de jurados, onde às vezes colaboravam criados mais. Íntimos, sempre concordando com a esposa, promotora tenaz e capciosa. Treinado desse jeito, diariamente e com a vantagem de estar na doce intimidade do dulcíssimo lar, não era de admirar que fosse advogado competente. Sobretudo, experiente. Entre papéis de defensor e acusado, dividia-se em paciência. Nome nos jornais, causas vitoriosas, vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que, enfim, nem tudo estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele não soubesse. Ou quem sabe estava tudo achado e não perdido, de tal maneira estão bem e mal interligados? O fato é que ele não sabia. Não sabendo, não podia lutar. Não podendo lutar, não podia vencer. Não podendo vencer, estava derrotado. Um derrotado em potencial, pois ele viu pela primeira vez.

Deu-se nas férias, na praia, quando olhou para as nuvens. E o fato de ter visto exatamente cavalos ainda mais exatamente, brancos -talvez tivesse mesmo a ver com seu nome, como mais tarde insinuaram os psiquiatras. Se se chamasse Ali ou Mustafá, provavelmente teria visto camelos? ou touros, se seu nome fosse Juan ou Pablo? Mas na primeira visão isso não teve importância. Simplesmente viu, com a simplicidade máxima que há no primeiro movimento do ato de ver. Tão natural achou que cutucou a esposa deitada ao lado, apontando, olha só, Marta, cavalos brancos nas nuvens. Não havia espanto nem temor nas suas palavras. Apenas a reação espontânea de quem vê o belo: mostrar. Marta disse não enche, Napoleão, coisa chata cutucar com este calor.

Como ele insistisse, afastou os raybans e deu uma espiada. Achou que as nuvens tinham mesmo certo jeito de cavalos. Tranqüilizada, passou um pouco mais de bronzeador argentino nas coxas. O que ela não percebia é que os animais estavam além (ou aquém) das nuvens. E entre elas passavam, ora galopantes, ora trotando, uma brancura, uma pureza tão grande equinidade absoluta nos movimentos. Tanta que Napoleão piscou, comovido. E começou a afundar. Porque ver é permitido, mas sentir já é perigoso. Sentir aos poucos vai exigindo uma série de coisas outras, até o momento em que não se pode mais prescindir do que foi simples constatação. Em breve os cavalos se diluíram no azul. Napoleão voltou à sua Agatha Christie.

Nesse dia, nuvens dissipadas, no céu de um azul sem mágoa não havia mais espaço para os cavalos. Só no nublado da manhã seguinte eles voltaram a aparecer. Desta vez, já com o egoísmo de quem intui que a coisa começa a significar, Napoleão não quis dividi-los com ninguém. Afundou neles, corpo despregado da areia, levíssima levitação, confundindo-se com as nuvens, tão macias as carnes reluzentes, as crinas sedosas, os cascos marmóreos, relinchos bachianos brotando das modiglianescas gargantas, ricos como acordes barrocos. Estendeu as mãos para tocá-los, mas eles se esquivaram pudicos e desapareceram. De volta à areia, Napoleão olhou com certa superioridade para a esposa, achando-a vulgar naquela falsa moreneza tão oposta à brancura dos cavalos.

Começou a cultivá-los. Percebendo-os tímidos, passou a fazer longas caminhadas solitárias pela praia. Percebendo-os líricos, escolheu a hora do pôr-do-sol para seus furtivos encontros. E eles vinham. Agora se deixavam afagar, focinhos abaixados com sestro e brejeirice. Variavam em quantidade, nunca de cor. Como moças-de-respeito, jamais o encontravam sozinhos, embora, imaculadamente brancos. Brancos ou brancas? Éguas ou garanhões? Na verdade Napoleão jamais saberia especificar-lhes o sexo. E que importância tinha? Embora apaixonado, não pretendia dormir com eles(as), portanto era indiferente sua sexualidade. Afagava-os como afagaria uma rosa, vivesse metido em jardins ao invés de tribunais. Como antigos vasos de porcelana, tapetes persas, preciosidades às quais apenas se ama, na tranqüilidade de nada exigir em troca. Tranqüilo, então, ele os(as) amava. Voltava banhado em paz, rosto descontraído, sorrindo para os animais alojados no fundo de suas próprias pupilas. Mulher, filhos, criados, visitas, vizinhos surpreendiam-se ao vê-lo crescer dia a dia em segurança e força. Os habituais júris não mais o perturbavam. Pairava agora infinitamente acima de qualquer penalidade ou multa. Tanto que a esposa chegou a pensar seriamente em perguntar-lhe: o que é a Verdade? pois dessa nem Cristo escapara ileso. Calou -um pouco por ser demasiado católica, medrosa do sacrilégio, mas principalmente por senti-lo ainda além daquela pergunta, embora, orgulhosa, não o confessasse a si mesma.

Voltando à cidade, fim de férias, ele temeu que os cavalos o tivessem abandonado. Realmente, durante dois dias eles desapareceram. Napoleão esqueceu júris, processos, representações, dedicado somente à ausência dos amigos, ponto branco dolorido no seu taquicárdico coração. Fez então o primeiro reconhecimento: eles haviam assumido vital importância. Não podia mais viver sem os cavalos. Dessa certeza, partiu para uma segunda: eram a única coisa realmente sua que jamais tivera em toda a vida.

Mas eles voltaram. Entraram pela janela aberta do tribunal num dia em que ele estava especialmente inflamado na defesa de um matricida. A princípio ainda tentou prosseguir, fingiu não os ver, traição, opção terrível, entre o amor e a justiça, como na telenovela a que sua mulher assistia. Eles não estavam doces. Depois de entrarem pela janela, instalaram-se ríspidos entre os jurados. De onde observavam, secos, inquisidores. Sem sentir, Napoleão começou a falar cada vez mais baixo, mais lento, até a voz esfarelar-se num murmúrio de desculpas, em choque como murmúrio de revolta crescendo dos parentes do réu. Napoleão olhou ansioso para os cavalos, que não fizeram nenhum gesto de aprovação ou ternura. Rígidos, álgidos: esperavam.

O quê? foi a pergunta que ele se fez em pânico escavando o cérebro. Sem resposta, manteve-se encolhido e quieto até o final do julgamento. Estariam zangados?
Por que oh meu Deus, por quê? Mesmo assim acompanharam-no até a porta de casa instalados no banco traseiro do automóvel. Mudos. Napoleão entrou devagar na sala quase escura, criados indecisos entre aproveitar a luz mortiça do entardecer ou acender a luz elétrica. Confuso, enterrou a cabeça nas [1]mãos. Nesse instante, a luz acendeu e um amigo, também advogado, entrou acompanhado de Marta.

AMIGO (carinhoso e complacente) -Não há de ser nada, Napoleão. Isso acontece até com os melhores. Você não deve se desesperar. As coisas voltam a ser como antes.
MARTA (pousando a mão no ombro de Napoleão) -Afinal, foi a primeira vez, meu bem.
NAPOLEÃO (encarando-os, agradecido) –Vocês viram, então? Viram? Ah, eu não sei como explicar. Parecia tudo tão bem, tão completo. Eu não entendo o que houve.
AMIGO - Isso acontece, Napoleão.
MARTA - Não se desespere, querido.
AMIGO - Você não teve culpa.
MARTA - Você estava nervoso.
NAPOLEÃO (obsessivo) - Mas vocês repararam na atitude deles? Repararam mesmo?
AMIGO (conciliador) - Natural que ficassem revoltados, Napoleão. Afinal, são parentes, clientes, pagaram os tubos. Queriam um serviço bem feito.
MARTA - Claaaaaro. E, enfim, o cara pegou só sete anos. Não é tanto assim, você pode apelar, pedir o tal de habeas-corpus.
NAPOLEÃO (erguendo-se brusco da poltrona) - Parentes? Clientes? Réu? Habeas-corpus? Mas eu estou falando é dos cavalos, entendem? Dos cavalos, caralho! Os parentes, os réus, os jurados, que se fodam, entendem? Que se fodam. Sem vaselina! O que me interessa são os cavalos!

Marta e o amigo se surpreenderam. E revezaram-se em desculpas, a cólera de Napoleão crescendo, meu Deus, ficou perturbado com o fracasso, Maria, traz um copo d'água, o coração, Napoleão, olha o infarto, uma aspirina, minha filha, calma, Napoleão, pelo amor de Deus, criatura!
Acalmou-se. Pelo menos até os cavalos voltarem, no dia seguinte. Ainda indiferentes remotos. A ira cresceu de novo, medo de perder seu único motivo, seu único apoio. Chamaram o médico. Deu-lhe injeções, calmantes, barbitúricos. Entre períodos de inércia e desespero, Napoleão se dividia. Veio psiquiatra. Devassou a sua vida, fazendo-o corar de vergonha e raiva e indignação. Nunca pensou em dormir com sua mãe? Já teve relações homossexuais? Em caso afirmativo, ativas ou passivas? Já pensou em estrangular a sua esposa? E em dormir com sua filha? Que sensação experimenta quando está defecando? Gosta de sentir dor? Em caso afirmativo, provocada por homem ou mulher?

Complexos de Édipo, Orestes, Agamemnon, Jocasta, Hipólito, Ifigênia, Prometeu, Clitemnestra -toda a mitologia grega foi colocada em função de sua doença.Em apenas dois dias, foi obrigado a ler toda a obra de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes para descobrir quando devia ou não se ofender. Rótulos como sadomasoquista, pederasta, esquizofrênico, paranóico, comunista, ateu, hippie, narcisista, psicodélico, maconheiro, anarquista, catatônico, traficante de brancas (ou brancos?) foram-lhe impostos sucessivamente pelos psicanalistas.
Paciente, passivo, aceitava tudo sem sequer tentar compreender. Da psicoterapia individual passou à de grupo, e desta ao psicodrama, sonoterapia, eletrochoques -submetendo-se inclusive a um novíssimo método: a cavaloterapia, criado especialmente para ele.

Consistia em permanecer durante duas horas diárias no meio de cavalos reais. Exclusivamente pretos, e os mais cavalares possíveis, isto é, malcheirosos, despudorados, arrogantes, etc. Nada conseguia curá-lo. Passava de psicólogo a psiquiatra, a psicanalista; de sanatório a casa de saúde, a hospício. E nada. Enquanto isso, os cavalos mostravam-se cada vez mais agressivos, chegando mesmo à ousadia de investir contra ele. Melancólico, chorava noites inteiras, buscando explicações para a atitude cada vez mais inexplicável de seus antigos companheiros. Os psiquiatras, a esposa, os filhos, os criados, os colegas -todos cresciam em exigências, magoando-o com dúvidas e perguntas suspeitas. Napoleão diminuía em ânimo e saúde. Nervos à flor da pele, recusava-se a comer ou beber e, nos últimos tempos, inclusive em responder às perguntas dos analistas.

Numa noite, deu-se o desfecho. Que, aliás, se armara inevitável desde o princípio. Mais tarde, os enfermeiros comentaram terem ouvido risos, segundo alguns, ou lágrimas, segundo outros. Mas ao certo mesmo, ninguém ficou sabendo como Napoleão morreu. Quando o médico entrou no quarto pela manhã, deparou com o corpo dele rígido sobre a cama. Parada-cardíaca-provocada-por-inanição, atestou logo entre alívio e piedade. Mandou chamar a esposa, filhos, colegas, criados, que vieram em tardias lágrimas inúteis. Sobre a mesinha de cabeceira, em tinta azul, ficava sua última (ou talvez primeira) exigência. Queria ser conduzido para o cemitério num coche puxado por sete cavalos. Brancos, naturalmente. Foi. Culpada, a esposa gastou no enterro quase todo o seguro prévia e prudentemente feito. Sete palmos, Napoleão foi enterrado. Tivessem aberto o caixão, talvez notassem qualquer coisa como um vago sorriso transcendendo a dureza dos maxilares para sempre cerrados. Ninguém abriu. Tempos depois o zelador espalhou pelas redondezas que vira um homem estranho, nu em pêlo, cabelos ao vento, galopando em direção ao Crepúsculo montado em amáveis cavalos. Brancos, naturalmente.

domingo, 28 de junho de 2009

Conto

Caros alunos de Prática II

Ao invés de 2 seminários nesta segunda-feira, 29/06, teremos apenas o seminário sobre Conto.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Aos alunos de Prática de Ensino II, quinta à tarde

Caros alunos e alunas

Os seminários desta quinta - O Conto maravilhoso e a Fábula - acontecerão no horário normal da nossa aula, e não com a redução do tempo que havíamos proposto.


Boa sorte!

p.s. Árita, estou contando com o conto do Cortázar, ok?

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Seminários de Prática de Ensino II - 5a tarde


GRUPOS, DATAS E TEMAS - 5a tarde

Grupo 1 - 18/06 - A Tradição oral e o Conto popular
(Aline Gomes, Luciana, Tereza e Daniela)

Grupo 2 - 25/07 - O Conto maravilhoso e a Fábula
(Marcele)

Grupo 3 - 02/07 - Discurso narrativo, Lenda e Saga
(Aira)

Grupo 4 - 09/07 - Mito e Discurso indireto
(Adriana)

Grupo 5 - 09/07 - Romance
(Alessandra)

Grupo 6 - 16/07 - Tragédia
(Juliana)

Grupo 7 - 23/07 - Comédia e Conto (Diego e Everson)
(Gisele)

Grupo 8 - 30/07 - Conto e Crônica
(Amanda)

Seminários de Prática de Ensino III

DATAS E TEMAS - 6a manhã


19/06 - “Professor de Literatura: profissão (em) perigo”
(Queila)
26/06 - Cânone Literário
(Milena)

03/07 - “História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira”
(Gianna)
10/07 - “A Indisciplina dos Estudos Culturais”
(Bruna M)
17/07 - Brasil. Mito fundador e Sociedade Autoritária.
(Romulo)
24/07 - A Literatura em Perigo
(Rosanne)

Seminários de Prática de Ensino III - 5a tarde

DATAS E TEMAS

18/06 - Brasil. Mito fundador e Sociedade Autoritária
(Alberto)
25/06 - "Professor de Literatura: profissão (em) perigo"
(Claudia)
02/07 - “História da Literatura e Identidade Nacional Brasileira” e
“A formação, os deslocamentos: modos de escrever
a história literária brasileira”
(Gisele)
09/07 - A Literatura em Perigo
(Aline)
16/07 - “A Indisciplina dos Estudos Culturais”
(Franciso)
23/07 - “O Ensino da Leitura: A Relação Entre Modelo e Aprendizagem”
(Mara)
30/07 - "Nas quebradas da voz"
(Bianca)

Seminários de Prática de Ensino II – 2ª tarde

Grupos, Datas e Temas

Grupo 1 - 08/06 - A Tradição oral e o Conto popular
Grupo 2 - 08/06 - O Conto maravilhoso e a Fábula
Grupo 3 - 15/06 - O Discurso narrativo e a Lenda
Grupo 4 - 15/06 - Discurso indireto e Epopeia
Grupo 5 - 22/06 - A Saga e o Mito
Grupo 6 - 29/06 - Comédia
Grupo 7 - 29/06 - Conto

Grupo 8 - 06/06 - Tragédia
Grupo 9 - 13/07 - Romance
Grupo 10 - 20/07 - Crônica